
As relações pseudo-amorosas estão se manifestando de forma cada vez mais intensa. Paixão e sexo geralmente são ligados ao sentimento dos Deuses, para não lesionar a visão monoteísta, sentimento de Deus.Que os ortodoxos não me crucifiquem!
O certo que a visão de companheirismo e sinceridade entre as pessoas está aos poucos se degradando com o surgimento de qualquer obstáculo, seja na doença, ou na pobreza os relacionamentos estão com uma conotação equivocada, não que amar seja sinônimo de sofrer, mas afirmo categoricamente, também não é sinônimo de alegria plena. O sentido de tudo que provém do amor é que ele não é uma doença que nos faz ficar totalmente descontrolados por uma pessoa, ele na verdade é cura para todas as nossas angustias, é o nosso porto seguro para novas tentativas de risco.
Desprovido de qualquer pretensão de tentar definir uma palavra tão concorrida no mundo todo com é o “amor”, deixo fora minhas paixões, pois estas escurecem minha razão. Mas como explicar um sentimento tão forte quanto o amor apenas baseado na razão?A razão não nos deixa amar? Ou amor é uma forma de controlar nossa razão para que a força desta não prejudique outras pessoas?
A verdade é que na maioria das vezes possuímos uma expectativa do que seja o nosso amor perfeito. E mesmo quando estamos amando se esta expectativa for frustrada a razão falará mais alto, ou não. Nossas relações são chefiadas por nossa razão, desesperada para destruir nossa felicidade.
O perigo se esconde quando ligamos amor ao prazer. Prazer manifesta-se de muitas formas diferentes. Um usuário de drogas tem muito prazer em fazer uso destas. O prazer vicia!
O amor é a única força capaz de nos libertar deste vicio por um prazer irracional.É a única força capaz de nos conduzir a felicidade.Uma força que não se explica, sente-se.
E o que é felicidade?
Felicidade é amar independentemente de qualquer razão lógica as pessoas que te amam.
E para você, o que é felicidade?
