
Não entendo qual é a dos ateus. Articulam varias teorias para provar a inexistência de Deus, tais como: teoria da grande explosão para a origem do universo, origem das espécies com Darwin... e por ai vai. Julgam-se inteligentes, pois supostamente todo este conteúdo científico lhes explicaria tudo.
Vamos pensar um pouco: se o universo se originou de uma grande explosão, todos concordam que para que este fato ocorra é necessária uma fonte de energia enorme. De onde proveio esta energia?
Partindo para a origem das espécies. Somos o resultado de anos de evolução, obtida pela seleção natural dos menores organismos vivos que, por meio de ramificações, plurificaram as mais diversas espécies, ou seja, somos o resultado aleatório de anos de evolução.
Com isso, podemos afirmar que temos muita sorte, pois somos uma pintura sem um pintor que comandasse a ordem das cores na tela. E tudo que existe é resultado do acaso, uma mera coincidência do destino. Sem um propósito para criação não existe uma razão para vivermos, senão por nossa vontade. “Faça o que tu queres, pois é tudo da lei”.
Percebemos que estas idéias científicas possuem um contesto psicossocial obscuro aos olhos dos mais desavisados, buscam impor um contesto de falência moral, onde o caos é o articulador da perfeição, sendo assim não existem razões para nos preocuparmos com nossa consciência, já que fomos criados sem um propósito aparente. Com esta conclusão não consigo entender como é mais fácil acreditar nessa suposta verdade, do que acreditar que exista O Criador.
A falência moral é economicamente interessante para a elite que domina o mercado e consequentemente todo o sistema, pois sem um propósito existencial passaríamos a buscar propósitos materiais de existência. Você é o que tem. E é justamente esta idéia que passa despercebida aos olhos daqueles que julgam estar com a verdade ao seu lado, quando se agarram de forma irrefutável a estas teorias. O consumo imoral é o combustível que alimenta os interesses da elite financeira global: ricos mais ricos e pobres mais pobres. O que percebo, é que a idéia da existência de Deus incomoda a existência de um deus de consumo, sendo que este ultimo seduz com o vício, já o primeiro pela fé. E a fé só os fortes a possuem.
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